
domingo, 30 de agosto de 2009
TP2 - Análise Linguística
Gerência Regional de Educação – Afogados da Ingazeira
Gestar II – Língua Portuguesa
Pólo 2: São José do Egito
Formadora: Silvânia Amorim Cruz
Data: 27/08/09 – TP2
PROGRAMAÇÃO DO XI ENCONTRO
7h30 (20’) Leitura deleite – Cordel de Fogo Encantado: Ai se sêsse e Chover
7h50 (10’) Leitura do relatório de vivência – Professora cursista Fabiana
8h00 (10’) Dinâmica de divisão de grupos - Sorteio de veículos de comunicação e da atividade discursiva
Jornal Nacional (As formas de representar lexicalmente o sujeito da oração e sua relação com as intenções pretendidas para o discurso)
Revista Cláudia (A criação de sentidos figurados ou metonímicos)
Revista Veja (A ordem das palavras na frase e os efeitos decorrentes da alteração dessa ordem)
TV Fama (Os diferentes padrões de entonação, conforme a natureza das intenções pretendidas pelo enunciador)
Brasil Urgente (Os efeitos do uso de certas expressões que revelam a posição do falante em relação ao que diz)
8h10 (30’) Exibição de slides com capa e reportagem publicada nas revistas Cláudia e Veja; Vídeos com trechos dos programas Jornal Nacional, TV Fama e Brasil Urgente
8h40 (40’) Atividade de elaboração de Manchete e Lead (O lead (ou, na forma aportuguesada, lide) é, em jornalismo, a primeira parte de uma notícia, geralmente posta em destaque relativo, que fornece ao leitor a informação básica sobre o tema e pretende prender-lhe o interesse. É uma expressão inglesa que significa "guia" ou "o que vem à frente". Na teoria do jornalismo, as seis perguntas básicas do lead devem ser respondidas na elaboração de uma matéria; São elas: "O quê?", "Quem?", "Quando?", "Onde?", "Como?", e "Por quê?". O lead, portanto, deve informar qual é o fato jornalístico noticiado e as principais circunstâncias em que ele ocorre), observando o estilo do veículo de comunicação, bem como a escolha semântica e a organização das palavras no período
9h20 (30’) Socialização dos trabalhos, atentando para a atividade discursiva proposta
9h50 (20’) Exibição de slides sobre a intencionalidade na escolha semântica
10h10 (20’) Intervalo
10h30(60’) Atividade, em grupos, de Análise Linguística do texto “Em 28 anos, o BNB conseguiu deixar as coisas bem melhores. Para todos os santos”.
11h30 (40) Socialização das estratégias pensadas pelos grupos sobre como trabalhar a análise linguística do texto
12h10 (20’) Orientação da Lição de casa e realização da Avaliação
“Evidentemente, tudo pode ser visto nos textos. Lá é que todo tipo de fenômeno ocorre. Para o trabalho em sala de aula, a sequência dos pontos a serem explorados vai depender do planejamento geral que a escola ou o professor elegeram. O importante é começar. E continuar. Persistentemente. A experiência de cada dia vai deixando o olhar dos professores e alunos mais aguçados...”.
Irandé Antunes
LEITURA DELEITE
Se um dia nois se gostasse
Se um dia nois se queresse
Se nois dois se empareasse
Se juntim nois dois vivesse
Se juntim nois dois morasse
Se juntim nois dois drumisse
Se juntim nois dois morresse
Se pro céu nois assubisse
Mas porém acontecesse
de São Pedro não abrisse
a porta do céu e fosse
te dizer qualquer tulice
E se eu me arriminasse
E tu cum eu insistisse pra que eu me arresolvesse
E a minha faca puxasse
E o bucho do céu furasse
Tarvês que nois dois ficasse
Tarvês que nois dois caisse
E o céu furado arriasse e as virgi toda fugisse
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Uma leitura pra lá de deleite...

Minhas férias, pula uma linha, parágrafo
Christiane Gribel
Um
O primeiro dia de aula é o dia que eu mais gosto em segundo lugar. O que eu mais gosto em primeiro é o último, porque no dia seguinte chegam as férias. Os dois são os melhores dias na escola porque a gente nem tem aula. No primeiro dia não dá para ter aula porque o nosso corpo está na escola, mas a nossa cabeça ainda está de férias. E no último, também não dá para ter aula porque o nosso corpo está na escola, mas a nossa cabeça já está nas férias. Era o primeiro dia e era para ser a aula de português mas não era porque todo mundo estava contando das férias. E como todo mundo queria contar mais do que ouvir, o barulho na classe estava mesmo ensurdecedor. O que explica o fato de ninguém ter escutado a professora gritando para a gente parar de gritar. Todo mundo estava bem surdo mesmo. Mas quando ela bateu com os livros em cima da mesa a nossa surdez passou e todo mundo olhou para ela. Ela estava em pé, na frente do quadro-negro e ficou em silêncio, com uma cara bem brava, olhando para a gente. Quando um professor está em silêncio com uma cara bem brava olhando para você, é melhor também ficar em silêncio com uma cara de sem graça olhando para um ponto qualquer que não seja a cara brava do professor. A professora puxou a cadeira dela e se sentou. Atrás dela, no quadro-negro, eu vi decretado o fim das nossas férias e o fim do nosso primeiro dia de aula sem aula. Estava escrito: Redação: escrever trinta linhas sobre as férias. Eu sabia que as férias de ninguém iam ser mais as mesmas na hora que virassem redação. É simples: férias é legal, redação é chato. Quando a gente transforma as nossas férias numa redação, elas não são mais as nossas férias, são a nossa redação. Perdem toda a graça. Todo mundo tirou o caderno de dentro da mochila. Menos eu. Eu fiquei olhando para aquela frase no quadro enquanto os zíperes e velcros das mochilas eram os únicos barulhos na sala. De repente as nossas férias ficaram silenciosas. Onde já se viu férias sem barulho? Além do mais, eu tenho certeza de que a professora nem quer saber de verdade como foram as nossas férias. Ela quer só saber como é a nossa letra e se a gente tem jeito para escrever redação. Aqueles dois meses inteirinhos de despreocupações estavam prestes a virar trinta linhas de preocupações com acentos, vírgulas, parágrafos e ainda por cima com a letra ilegível depois de tanto tempo sem treino.
Dois
A turma inteira já estava escrevendo quando eu percebi que a professora estava só olhando para mim. Quando um professor fica parado só olhando para você é porque você tinha estar fazendo outra coisa que não era o que você estava fazendo. A outra coisa que eu tinha que estar fazendo era minha redação. Então eu puxei a minha mochila e peguei o caderno. É claro que minha mochila tem o fecho de velcro e que todo mundo olhou para mim quando eu abri. Só a professora que não olhou de novo porque ela já estava olhando antes mesmo.
Peguei a caneta. Eu nem sabia mais segurar direito a caneta. Escrevi: Minhas Férias
Peguei a caneta. Eu nem sabia mais segurar direito a caneta. Escrevi: Minhas Férias
Mas a letra ficou péssima e eu resolvi arrancar a folha para começar bem o meu caderno. E todo mundo olhou de novo para mim, até a professora que já tinha parado de me olhar. Troquei a caneta por um lápis, porque se a letra ficasse horrível era só apagar em vez de ter que arrancar outra folha. Coloquei as minhas férias lá no alto e bem no meio da página. Pulei uma linha. Parágrafo.
Minhas férias
Outro problema de transformar as nossas férias em redação é fazer os dois meses caberem nas tais trinta linhas. Porque se a gente fosse contar mesmo tudo o que aconteceu, as trinta linhas iam servir só para um dia de férias e olhe lá. E aí você olha para o seu relógio e descobre que as trinta linhas, que pareciam poucas para contar todas as suas férias, viram muitas porque você só tem mais 15 minutos de aula para fazer a redação. Começar as férias é a coisa mais fácil do mundo. Em compensação, começar redação sobre as férias é tão difícil quanto começar as aulas. Fiquei me lembrando como é que eu tinha começado as minhas férias de verdade. Assim eu podia começar a redação do mesmo jeito. Mas eu comecei as minhas férias de verdade arrumando a mala para ir para a casa do meu avô. E agora só faltavam 12 minutos para terminar a aula. Em 12 minutos eu não ia conseguir arrumar a mala. Pelo menos não do jeito que a minha mãe gosta que eu arrume. Então decidi começar as férias de minha redação direto da casa do meu avô.
Minhas férias
Eu sempre adoro as minhas férias na casa do meu avô. Principalmente porque não tem aula. Não. Talvez seja um começo de redação muito pesado para o começo das aulas.
Minhas férias
Minhas férias
Eu sempre adoro as minhas férias na casa do meu avô. Lá tem um campinho de futebol bem legal e uma turma de amigos bem grande. Isso é perfeito porque um campinho sem uma turma grande não serve para nada. E uma turma grande sem campinho não cabe em lugar nenhum que não seja um campinho. A gente passa o dia todo jogando futebol e só para de jogar quando já está escuro e não dá mais para ver a bola. Então já é hora de jantar. Depois do jantar, os meus melhores amigos da turma vão para a casa do meu avô e a gente pode continuar jogando, só que futebol de botão que não dá indigestão. Aí, a gente pode jogar até tarde porque no dia seguinte não tem aula. É por isso que férias é bom. Achei que desse jeito a minha observação a respeito das aulas ficava mais sutil. Continuei. Teve um dia que eu fiz um golaço. Não no futebol de botão, no de verdade. O gol veio de um pase de craque do Paulinho que é o meu melhor amigo entre os meus melhores amigos da turma. Você sabe que para jogar futebol não adianta só ser bom de bola. Tem que ter tatica. O Paulinho driblou um, dois e eu vi que ele ia passar pelo terceiro. Ele também me viu. Aí eu me enfiei pela esquerad e recebi a bola. Chutei direto. Eu fiz um golaço tão grande que furou a rede e estilhaçou em mil pedaços a janela do vizinho. Deu a maior confusão porque enquanto a turma pulava o vizinho apareceu bravo com abola em baixo do braço e a mulher dele veio atrás. Eu tive até que parar com a minha comemorassão. Mas a mulher do vizinho que veio atrás dele falou para ele que criança é assim mesmo e que a gente estava só se divertindo e que ninguém fez aquilo de propósito. E era verdade mesmo porque a culpa nossa da rede ter furado. E aí acabou ficando tudo bem. O meu vizinho devolveu a bola, verificou a rede e disse que o meu gol foi mesmo um golaço mas que era para a gente tomar mais cuidado com as janelas da casa do lado. O sinal tocou bem nessa hora. Eu nem contei quantas linhas eu tinha escrito porque não ia dar tempo de mudar nada mesmo. Arranquei a folha e dei as minhas férias para a professora.
Três
Três
Depois da aula de português vinha aula dupla de educação física. A maior sorte que se pode ter num primeiro dia de aula é ter aula dupla de educação física. Dá até para ficar contente de ter voltado para a escola. E dá até para acreditar quando a nossa mãe fala que essa é a melhor época de nossa vida, quando ela faz aquele discurso que toda mãe faz. Discurso: “Aproveita, meu filho. Essa é a melhor época da sua vida. Ir para a escola é uma delícia. Quando você crescer vai se lembrar da escola e sentir uma saudade danada.” Minha mãe diz que é para aproveitar a escola porque depois que a gente cresce a gente fica cheio de problemas para resolver. Aí é que está. Eu ainda nem cresci e já estou cheio de problemas. Só no ano passado eu tive quer resolver 187. E não foi nem para mim. Foi para o professor de matemática.
Quatro
A semana passou bem rápido e quando a gente viu já era sexta-feira. Ter chegado a sexta-feira era ótimo. Agora só faltavam mais dezenove semanas para as próximas férias. A única coisa ruim é que na sexta eu tinha aula dupla de português e a professora ia trazer as nossas redações de volta. Quando a professora entrou na sala eu tinha acabado de puxar o elástico do sutiã da Mariana Guedes. Agora a moda das meninas era usar sutiã por baixo da camiseta. E a nossa moda era puxar o elástico para o sutiã estalar bem nas costas delas. Eu corri e a Mariana Guedes me jogou uma borracha bem na cara. Mas a professora foi olhar para a gente só na hora que eu joguei a borracha de volta. E aquela Mariana Guedes ainda abaixou e a borracha passou bem perto dos óculos da professora. A professora ficou me olhando de novo, igual no dia da redação, e então eu me sentei esperando uma daquelas broncas humilhantes no meio da classe. Mas a professora não falou nada. Quando você apronta uma dessas e o professor não fala nada, não é porque o professor é um cara bem legal. É que o que vem pela frente é pior do que o pior que você imaginava. O pior foi colocado bem em cima da minha mesa. As minhas férias, que tinham sido perfeitas para mim, não chegaram nem perto de terem sido boas para a professora. Elas voltaram cheias de defeitos. Faltou um esse no passe de craque do Paulinho, um acento na minha tática e a minha comemoração eu escrevi com tanta empolgação que acabou saindo com dois esses em vez de cê-cedilha. E o pior do que eu imaginava foi o que ela fez com o meu golaço que estilhaçou em mil pedaços a janela do vizinho. Ela disse que “em mil pedaços” é um adjunto adverbial e que tinha que ficar entre vírgulas. Eu olhei na Gramática e lá estava explicado que um adjunto adverbial é um termo acessório e a gente pode eliminar aquela parte da frase que ela continua a fazer sentido. Eu queria ver a professora dizendo para o meu vizinho que aqueles mil pedacinhos da janela dele eram só um adjunto adverbial. E tem mais uma coisa: eu estava de férias. Era muito mais importante marcar o gol do que as vírgulas, concorda? E as minhas férias ficaram assim:
Minhas férias
Eu sempre adoro as minhas férias na casa do meu avô. Lá tem um campinho de futebol bem legal e uma turma de amigos bem grande. Isso é perfeito porque um campinho sem uma turma grande não serve para nada. E uma turma grande sem campinho não cabe em lugar nenhum que não seja um campinho. A gente passa o dia todo jogando futebol e só para de jogar quando já está escuro e não dá mais para ver a bola. Então já é hora de jantar. Depois do jantar, os meus melhores amigos da turma vão para a casa do meu avô e a gente pode continuar jogando, só que futebol de botão que não dá indigestão. Aí, a gente pode jogar até tarde porque no dia seguinte não tem aula. É por isso que férias é bom. Teve um dia que eu fiz um golaço. Não no futebol de botão, no de verdade. O gol veio de um passe de craque do Paulinho que é o meu melhor amigo (entre os meus melhores amigos) da turma. Você sabe que para jogar futebol não adianta só ser bom de bola. Tem que ter tatica. O Paulinho driblou um, dois e eu vi que ele ia passar pelo terceiro. Ele também me viu. Aí eu me enfiei pela esquerda e recebi a bola. Chutei direto. Eu fiz um golaço tão grande que furou a rede e estilhaçou, em mil pedaços, a janela do viznho. Deu a maior confusão porque enquanto a turma pulava o vizinho apareceu bravo com abola em baixo do braço e a mulher dele veio atrás. Eu tive até que parar com a minha comemorassão. Mas a mulher do vizinho que veio atrás dele falou (para ele) que criança é assim mesmo e que a gente estava só se divertindo e que ninguém fez aquilo de propósito. E era verdade mesmo porque a culpa não foi nossa da rede ter furado. E aí acabou ficando tudo bem. O meu vizinho devolveu a bola, verificou a rede e disse que o meu gol foi mesmo um golaço, mas que era para a gente tomar mais cuidado com as janelas da casa do lado.
(No texto original a redação do garoto vem toda riscada com as observações da professora)
A professora não fez nenhum outro comentário sobre o que eu tinha escrito. Para ela tanto fazia se o meu gol tinha sido um golaço ou um frango do goleiro. Eu fiquei bem chateado. Ela tinha acabado com as minhas férias. Isso significava que era a terceira vez que as minhas férias acabavam numa semana só. Não podia existir nada pior do que isso na vida de um garoto de 11 anos. Mas existia.
A professora não fez nenhum outro comentário sobre o que eu tinha escrito. Para ela tanto fazia se o meu gol tinha sido um golaço ou um frango do goleiro. Eu fiquei bem chateado. Ela tinha acabado com as minhas férias. Isso significava que era a terceira vez que as minhas férias acabavam numa semana só. Não podia existir nada pior do que isso na vida de um garoto de 11 anos. Mas existia.
Cinco
No final da aula a professora me chamou na mesa dela. Eu tinha que fazer de lição para segunda-feira a análise sintática da frase: “Eu fiz um golaço tão grande que até furou a rede e estilhaçou, em mil pedaços, a janela do vizinho”. Era o fim. As minhas férias já tinham virado redação e agora acabavam de virar lição de casa. E uma lição dificílima. Fazer análise sintática! Eu nem lembrava mais o que era isso. Do jeito que as coisas vão, quando chegarem as minhas próximas férias eu não vou saber se é para ficar feliz ou triste. Eu vou falar “ah, não, férias me lembram redação e lição de casa” e ninguém vai entender nada. Então eu pensei que ainda bem que amanhã era sábado. Eu já comecei a me lembrar que a turma do prédio tinha marcado pólo aquático na piscina. Peguei a minha mochila e saí correndo para não perder o ônibus para casa. Não me lembro se a professora continuou em sala ou não. Eu só me lembro que eu fui o último a sair. O fim de semana me fez esquecer da escola e da primeira semana de aula, o que foi bom. O único detalhe é foi que eu também acabei esquecendo da lição de português. E na segunda de manhã eu tive que fazer tudo correndo quando cheguei na escola, antes de tocar o sinal. Análise sintática já é uma coisa bem complicada quando você tem que fazer o exercício logo depois que a professora acabou de explicar como se faz. Imagina fazer depois das férias de verão quando você mudou da quinta para a sexta série mas nem se lembra como é que passou de ano. Eu peguei o meu caderno e escrevi a minha frase. Eu fiz um golaço tão grande que até furou a rede e estilhaçou, em mil pedaços, a janela do vizinho. Depois eu fui escrevendo o que eu me lembrava que tinha que ter numa análise sintática.
Sujeito: Predicado: Objeto direto: Objeto indireto: Partícula apassivadora:
Isso era tudo o que eu me lembrava. Então eu comecei a escrever do lado de cada coisa dessas uma análise sintática. Pus lá:
Sujeito: O meu vizinho. Que é realmente um sujeito de meter medo apesar de eu achar que ele deve ser legal porque está casado há um tempão com a mulher dele que é bem legal.
Predicado: O meu vizinho de novo. Isso, se a gente colocar no meio dessa palavra a sílaba JU e então a palavra vira prejudicado porque ele foi mesmo o grande prejudicado dessa história. Objeto direto: A bola. Nem precisa explicar por quê.
Objeto indireto: Eu. Porque a janela quebrou em mil pedaços por causa do meu chute mas na verdade foi culpa da rede que furou.
Partícula apassivadora: Essa era a mulher do meu vizinho que apassivou a briga e se você reparar como ela é pequena eu acho que partícula é o que ela é.
Pronto. Acabei a lição e o sinal nem tinha tocado ainda. Fechei o meu caderno. Depois eu abri de novo. Lembrei de mais uma coisa que tinha na análise sintática e escrevi:
Pronto. Acabei a lição e o sinal nem tinha tocado ainda. Fechei o meu caderno. Depois eu abri de novo. Lembrei de mais uma coisa que tinha na análise sintática e escrevi:
Adjunto adverbial: em mil pedaços.
No final da aula de português eu deixei a minha lição na mesa da professora e fui para a minha aula dupla de educação física.
Sete
Na minha aula dupla de português da sexta-feira, a professora me entregou a análise sintática. Eu tirei zero e tive que escrever toda essa história contando tudo isso que aconteceu para você. Ela me disse que você é que ia decidir o que fazer comigo, porque você é o Diretor dessa escola e ela não sabia que atitude tomar. Foi isso.
Assinado Guilherme Pontes Pereira 6a. série B – Manhã
No dia seguinte o Diretor me chamou na sala dele. Ele já tinha lido toda a história que eu escrevi e eu já estava pensando no que eu ia dizer para os meus pais quando ele me expulsasse da escola. Eu ia dizer: - Mãe, pai, fui expulso da escola. Eu entrei na sala do Diretor e me sentei na cadeira bem na frente dele. Quer dizer, na frente mais ou menos, porque era uma daquelas cadeironas que a gente afunda dentro, então o porta-lápis, que ficava na mesa do diretor, tapava a cara dele até o nariz. Mas ele chegou o porta-lápis para o lado e eu consegui olhar para ele bem de frente. E ele disse: - Guilherme, eu fiquei muito impressionado com a história que você escreveu. Você precisa fazer mais redações. Então ele me mandou de volta para a sala de aula. Eu fiquei pensando muito nisso tudo porque no começo eu não estava entendendo nada. Mas depois eu descobri por que escolheram aquele cara para ser o Diretor. Ele é bem inteligente. Fazer mais redações era mesmo um castigo muito pior do que ser expulso da escola.
TP 6 - Oficinas 11 e 12


São José do Egito, 14 de agosto de 2009
PLANO DE TRABALHO - GERÊNCIA REGIONAL DE AFOGADOS DA INGAZEIRA
Formação Continuada Gestar II – Língua Portuguesa
Plano de Trabalho: Oficinas 11 & 12 (30/08 e 13/08, respectivamente)
Disciplina: Língua Portuguesa.
Projeto/atividade: Ensino Fundamental de Qualidade
Local: Gerência Regional de Afogados da Ingazeira
Período: Fevereiro a novembro
Ação: Formação Continuada Gestar II – Língua Portuguesa.
Carga Horária: 120 horas
1. Tema: Oficina Introdutória.
PLANO DE TRABALHO - GERÊNCIA REGIONAL DE AFOGADOS DA INGAZEIRA
Formação Continuada Gestar II – Língua Portuguesa
Plano de Trabalho: Oficinas 11 & 12 (30/08 e 13/08, respectivamente)
Disciplina: Língua Portuguesa.
Projeto/atividade: Ensino Fundamental de Qualidade
Local: Gerência Regional de Afogados da Ingazeira
Período: Fevereiro a novembro
Ação: Formação Continuada Gestar II – Língua Portuguesa.
Carga Horária: 120 horas
1. Tema: Oficina Introdutória.
2. Objetivo Geral:
Refletir sobre a construção do conhecimento e de uma nova prática de ensino.
2.1 Objetivos Específicos:
· Identificar estratégias relacionadas ao planejamento e à revisão durante a escrita de textos.
· Identificar e analisar os diferentes tipos de argumentos que sustentam uma argumentação textual,
· Reconhecer a qualidade da argumentação textual,
· Apresentar elementos de reflexão e estratégias relacionados ao planejamento de textos,
· Desenvolver atividades de planejamento e escrita, considerando a construção e revisão textual,
· Produzir atividades de revisão e de edição da escrita para seus alunos,
· Utilizar procedimentos adequados para atingir o objetivo de ler para aprender,
· Identificar práticas e teoria que subjazem às práticas de ensino da escrita.
3. Conteúdos e Dimensionamento Teórico - prático
A construção da argumentação
A tese e seus argumentos
Qualidade da argumentação
O planejamento
O planejamento: estratégias
A escrita
A revisão
A revisão e edição
Estratégias de revisão e edição
4. Metodologia
• Leitura deleite: Vídeo Embolada;
• Leitura do relatório de vivência – Professor cursista Wellinton;
• Socialização da lição de casa: esboço do projeto;
• Dinâmica para questionamento: Argumentação;
• Teorização das unidades 21 e 22 da Tp6;
• Trabalho em grupo:
Defesa – a favor da pena de morte
Acusação – contra a pena de morte
Jurados – análise dos argumentos
• Realização do Júri Simulado sobre Pena de Morte;
• Avaliação da oficina.
• Leitura deleite: Minhas férias, pula uma linha, parágrafo – Christine Gribel;
• Leitura do relatório de vivência, pela professora cursista Lucileide;
• Socialização da lição de casa: Apresentação do final produzido para o texto de Moacyr Scliar e do planejamento elaborado pelo grupo sobre como trabalhar com o texto do autor;
• Exibição do vídeo gravado na oficina anterior: Júri Simulado;
• Dinâmica para divisão de grupos: Faço parte de um todo;
• Atividades do TP6 – O processo de produção textual: revisão e edição;
• Socialização das produções;
• Leitura compartilhada do Ampliando nossas referências: Auxiliando os estudantes a editar – Lucy Calkins
• Avaliação reflexiva da oficina.
5. Recursos didáticos
· Textos xerografados;
· Slides;
· Cartolinas;
· Pincéis;
· Réguas;
· DVD Embolada;
· Filmadora;
· Kit de livros do Gestar II.
6. Avaliação
· Avaliação reflexiva do encontro – componente do portfólio.
7. Roteiro de Trabalho
Número de aulas: 08 horas;
Leitura Básica:
TP6.
KOCH, I. G. V. Argumentação e Linguagem, São Paulo: Cortez, 1987.
PLATÃO SAVIOLI, F. & Fiorin, J. L. Lições de texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 1996.
8. Bibliografia Básica
Programa Gestão da Aprendizagem Escolar - Gestar II. Guia Geral. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2008.
Programa Gestão da Aprendizagem Escolar. Língua Portuguesa. Formação de Professores. Brasil. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica.
Ministério da Educação e do Desporto. Parâmetros Curriculares Nacionais: Língua Portuguesa, Brasília, Secretaria de Educação Fundamental,1997.
quinta-feira, 30 de julho de 2009
domingo, 21 de junho de 2009
Reflexões
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DE PERNAMBUCO
GERÊNCIA REGIONAL DE AFOGADOS DA INGAZEIRA
Relatório Reflexivo da Etapa I do Curso Gestar II como Programa de Formação Continuada em Serviço
Pólo: São José do Egito
Formadora: Silvânia Mª da S. Amorim Cruz
Na Gerência Regional de Educação de Afogados da Ingazeira, aos 19 de fevereiro de 2009 teve início o Curso Gestar II - Programa de Gestão da Aprendizagem Escolar, tendo como público alvo professores de Língua Portuguesa das séries finais do Ensino Fundamental da Rede Estadual de Ensino.
O primeiro momento destinou-se à apresentação da sistemática do Curso e apresentação do material de estudo, com o propósito de selar o início da longa caminhada durante a vivência do curso, bem como a construção de acordos didático-pedagógicos.
PLANO DE TRABALHO - GERÊNCIA REGIONAL DE AFOGADOS DA INGAZEIRA
Formação Continuada Gestar II – Língua Portuguesa
Plano de Trabalho: Oficinas 5 & 6 (19/02 e 05/03, respectivamente)
Disciplina: Língua Portuguesa.
Projeto/atividade: Ensino Fundamental de Qualidade
Ação: Formação Continuada Gestar II – Língua Portuguesa.
2. Objetivos Específicos:
4. Leitura Básica:
Plano de Trabalho: Oficinas 9 & 10 (21 de maio e 04 de junho, respectivamente)
GERÊNCIA REGIONAL DE AFOGADOS DA INGAZEIRA
Relatório Reflexivo da Etapa I do Curso Gestar II como Programa de Formação Continuada em Serviço
Pólo: São José do Egito
Formadora: Silvânia Mª da S. Amorim Cruz
Na Gerência Regional de Educação de Afogados da Ingazeira, aos 19 de fevereiro de 2009 teve início o Curso Gestar II - Programa de Gestão da Aprendizagem Escolar, tendo como público alvo professores de Língua Portuguesa das séries finais do Ensino Fundamental da Rede Estadual de Ensino.
O primeiro momento destinou-se à apresentação da sistemática do Curso e apresentação do material de estudo, com o propósito de selar o início da longa caminhada durante a vivência do curso, bem como a construção de acordos didático-pedagógicos.
Inicialmente, realizamos levantamento de expectativas dos cursistas em relação ao programa ora iniciado, a partir de questionamentos apresentados no Guia Geral, tais como: O que você espera do Gestar II como um programa de formação continuada em serviço? Em que ele pode ajudar na sua formação como educador?
Com isso foi possível perceber o desejo de mudança de prática dos professores e a busca de suporte teórico capaz de sustentar tais mudanças.
Em seguida, apresentei a caracterização do Gestar II em slides, no que se refere ao formato do curso, que se dá na modalidade semipresencial com foco na atualização dos saberes com base nos Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua Portuguesa das séries finais do Ensino Fundamental, tendo como finalidade elevar a competência dos professores e de seus alunos e, conseqüentemente, melhorar a capacidade de compreensão e intervenção sobre a realidade sócio-cultural que se apresenta.
Em relação à proposta pedagógica do Gestar II propus uma reflexão acerca do ensino-aprendizagem e o papel do professor, considerando os seguintes questionamentos: O que é, para você, processo de ensino-aprendizagem? A partir desta concepção de processo de ensino-aprendizagem, qual é o papel do professor em sala de aula? Essas perguntas desencadearam uma discussão muito profunda em relação definição do processo de Ensino-aprendizagem e do papel do professor. Durante a socialização do trabalho, pude perceber que a discussão embasava-se na concepção sócio-construtivista do processo de ensino-aprendizagem. Ficando definido o professor como mediador que coloca o aluno em contato com o conhecimento construído historicamente e com ele trabalha os conteúdos daquele nível de ensino. E o ensino Aprendizagem como processo pelo qual o ser humano se apropria do conhecimento produzido pela sociedade.
Através da referida discussão observei, também, que o discurso de alguns era igual “Espero que não seja mais uma formação que diz muitas coisas bonitas, mas não diz como fazer”. Confesso que fiquei receosa em não ser aceita, receosa de não corresponder às expectativas das pessoas que me confiaram a função de formadora e às expectativas de meus cursistas. Passei todo o mês de janeiro estudando e pesquisando dinâmicas de grupo, textos interessantes para a leitura deleite e, claro, os conteúdos abordados nos Tps a serem estudados.
Passados quatro meses, agradeço a Deus pela oportunidade que me foi dada, pois está sendo uma experiência incrível, aprendo muito a cada oficina, meus professores cursistas são profissionais responsáveis e comprometidos com uma educação de qualidade e significativa, além de serem pessoas acolhedoras, alegres e amigáveis.
Tudo o que foi proposta à turma, foi realizado com seriedade e dedicação, hoje, tenho professores que já declararam a satisfação em participar dessa formação e o quanto ela influenciou na “revigoração” de suas práticas. Inclusive outros funcionários da escola em que trabalham discursam sobre melhorias e mudanças na sala de aula do professor cursista.
Os momentos de socialização das lições de casa estão sendo bem proveitosos, a maioria dos professores cursistas vai além do que é sugerido pelo avançando na prática, além do que as idéias apresentadas por alguns, agora, estão sendo usadas em alguns dos projetos de conclusão do programa.
É nesse momento também que os cursistas relatam seu trabalho e avanços (a turma conseguiu escrever o texto obedecendo a tipologia e/ou o gênero solicitado, os alunos perceberem a função sociocomunicativa dos textos trabalhados), outros compartilham angústias (turma barulhenta, pouca freqüência dos alunos, nível de conhecimento inadequado à série do aluno), então tentamos animá-lo, buscando soluções em conjunto, afinal qual a turma que é perfeita.
A cada relato da lição de casa, percebo que eles melhoram a sequência didática, uma vez que se preocupam em usar as teorias estudadas, seja na hora da leitura (objetiva, inferencial e avaliativa), seja na discussão do texto, agora como gênero que tem função social, seja na produção escrita. Nessa última vejo que eles demonstram mais preocupação com o momento da revisão e reescrita do texto, metodologia que alguns não adotavam.
Sinceramente, o Gestar mudou nossa prática, já visitei escolas e vi os olhos dos alunos brilhando na realização das tarefas, ouço emocionada o professor cursista (alguns) agradecer-me por “renascer” para educação, porém sou eu que agradeço por poder fazer parte do trabalho deles.
Com isso foi possível perceber o desejo de mudança de prática dos professores e a busca de suporte teórico capaz de sustentar tais mudanças.
Em seguida, apresentei a caracterização do Gestar II em slides, no que se refere ao formato do curso, que se dá na modalidade semipresencial com foco na atualização dos saberes com base nos Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua Portuguesa das séries finais do Ensino Fundamental, tendo como finalidade elevar a competência dos professores e de seus alunos e, conseqüentemente, melhorar a capacidade de compreensão e intervenção sobre a realidade sócio-cultural que se apresenta.
Em relação à proposta pedagógica do Gestar II propus uma reflexão acerca do ensino-aprendizagem e o papel do professor, considerando os seguintes questionamentos: O que é, para você, processo de ensino-aprendizagem? A partir desta concepção de processo de ensino-aprendizagem, qual é o papel do professor em sala de aula? Essas perguntas desencadearam uma discussão muito profunda em relação definição do processo de Ensino-aprendizagem e do papel do professor. Durante a socialização do trabalho, pude perceber que a discussão embasava-se na concepção sócio-construtivista do processo de ensino-aprendizagem. Ficando definido o professor como mediador que coloca o aluno em contato com o conhecimento construído historicamente e com ele trabalha os conteúdos daquele nível de ensino. E o ensino Aprendizagem como processo pelo qual o ser humano se apropria do conhecimento produzido pela sociedade.
Através da referida discussão observei, também, que o discurso de alguns era igual “Espero que não seja mais uma formação que diz muitas coisas bonitas, mas não diz como fazer”. Confesso que fiquei receosa em não ser aceita, receosa de não corresponder às expectativas das pessoas que me confiaram a função de formadora e às expectativas de meus cursistas. Passei todo o mês de janeiro estudando e pesquisando dinâmicas de grupo, textos interessantes para a leitura deleite e, claro, os conteúdos abordados nos Tps a serem estudados.
Passados quatro meses, agradeço a Deus pela oportunidade que me foi dada, pois está sendo uma experiência incrível, aprendo muito a cada oficina, meus professores cursistas são profissionais responsáveis e comprometidos com uma educação de qualidade e significativa, além de serem pessoas acolhedoras, alegres e amigáveis.
Tudo o que foi proposta à turma, foi realizado com seriedade e dedicação, hoje, tenho professores que já declararam a satisfação em participar dessa formação e o quanto ela influenciou na “revigoração” de suas práticas. Inclusive outros funcionários da escola em que trabalham discursam sobre melhorias e mudanças na sala de aula do professor cursista.
Os momentos de socialização das lições de casa estão sendo bem proveitosos, a maioria dos professores cursistas vai além do que é sugerido pelo avançando na prática, além do que as idéias apresentadas por alguns, agora, estão sendo usadas em alguns dos projetos de conclusão do programa.
É nesse momento também que os cursistas relatam seu trabalho e avanços (a turma conseguiu escrever o texto obedecendo a tipologia e/ou o gênero solicitado, os alunos perceberem a função sociocomunicativa dos textos trabalhados), outros compartilham angústias (turma barulhenta, pouca freqüência dos alunos, nível de conhecimento inadequado à série do aluno), então tentamos animá-lo, buscando soluções em conjunto, afinal qual a turma que é perfeita.
A cada relato da lição de casa, percebo que eles melhoram a sequência didática, uma vez que se preocupam em usar as teorias estudadas, seja na hora da leitura (objetiva, inferencial e avaliativa), seja na discussão do texto, agora como gênero que tem função social, seja na produção escrita. Nessa última vejo que eles demonstram mais preocupação com o momento da revisão e reescrita do texto, metodologia que alguns não adotavam.
Sinceramente, o Gestar mudou nossa prática, já visitei escolas e vi os olhos dos alunos brilhando na realização das tarefas, ouço emocionada o professor cursista (alguns) agradecer-me por “renascer” para educação, porém sou eu que agradeço por poder fazer parte do trabalho deles.
PLANO DE TRABALHO - GERÊNCIA REGIONAL DE AFOGADOS DA INGAZEIRA
Formação Continuada Gestar II – Língua Portuguesa
Plano de Trabalho: Oficinas 5 & 6 (19/02 e 05/03, respectivamente)
Disciplina: Língua Portuguesa.
Projeto/atividade: Ensino Fundamental de Qualidade
Ação: Formação Continuada Gestar II – Língua Portuguesa.
1. Objetivo Geral:
Refletir sobre o trabalho com gêneros e tipos textuais, na sala de aula.
Refletir sobre o trabalho com gêneros e tipos textuais, na sala de aula.
2. Objetivos Específicos:
Caracterizar seqüências tipológicas, relacionando-as à classificação de gêneros.
Identificar diferenças e semelhanças na organização de textos utilizados em diversos contextos de uso lingüístico.
Identificar as diferenças e semelhanças na organização dos textos utilizados em diversos contextos de uso lingüístico;
Relacionar gêneros textuais e competência sociocomunicativa;
Identificar características que levam à classificação de um gênero textual.
Analisar seqüências tipológicas em gêneros textuais;
Reconhecer a transposição de um formato de gênero textual para outro.
3. Metodologia
Identificar diferenças e semelhanças na organização de textos utilizados em diversos contextos de uso lingüístico.
Identificar as diferenças e semelhanças na organização dos textos utilizados em diversos contextos de uso lingüístico;
Relacionar gêneros textuais e competência sociocomunicativa;
Identificar características que levam à classificação de um gênero textual.
Analisar seqüências tipológicas em gêneros textuais;
Reconhecer a transposição de um formato de gênero textual para outro.
3. Metodologia
19 de fevereiro de 2009
Dinâmica: Atividade de Memória – Os três nós;
Leitura Deleite: Gaiola e Asas, Rubem Alves;
Apresentação do Programa Gestar II;
Dinâmica em grupo – Envelopes da Linguagem;
Dinâmica: Atividade de Memória – Os três nós;
Leitura Deleite: Gaiola e Asas, Rubem Alves;
Apresentação do Programa Gestar II;
Dinâmica em grupo – Envelopes da Linguagem;
Socialização;
Teorização acerca de TIPOS E GÊNEROS TEXTUAIS segundo Luís Antônio Marcuschi;
Vivência da Oficina 5, TP3, página 191, parte III;
Socialização das atividades pelos grupos;
Avaliação Reflexiva do encontro;
Lição de casa.
Teorização acerca de TIPOS E GÊNEROS TEXTUAIS segundo Luís Antônio Marcuschi;
Vivência da Oficina 5, TP3, página 191, parte III;
Socialização das atividades pelos grupos;
Avaliação Reflexiva do encontro;
Lição de casa.
05 de março de 2009
Leitura deleite com o vídeo Terra dos Meus Sonhos – Sílvio Brito
Socialização da lição de casa;
Atividade em grupo: Identificação e classificação de seqüências tipológicas em textos de diferentes gêneros;
Teorização;
Vivência da oficina 6 – página 194 TP3, parte III;
Debate regrado – continuação da oficina;
Atividade de reorganização textual;
Leitura deleite com o vídeo Terra dos Meus Sonhos – Sílvio Brito
Socialização da lição de casa;
Atividade em grupo: Identificação e classificação de seqüências tipológicas em textos de diferentes gêneros;
Teorização;
Vivência da oficina 6 – página 194 TP3, parte III;
Debate regrado – continuação da oficina;
Atividade de reorganização textual;
Socialização;
Avaliação reflexiva do encontro, por escrito;
Lição de casa – página 187
4. Leitura Básica:
Avaliação reflexiva do encontro, por escrito;
Lição de casa – página 187
4. Leitura Básica:
TP3
MARCUSCHI, L. A. Gêneros textuais: configuração, dinamicidade e circulação. In: Karwoski, A. R. Gaydeczka, B. & Brito, K. S. Gêneros textuais: reflexões e ensino. Palmas e União da Vitória: kaygangue, 2005.
5. Bibliografia Básica
Programa Gestão da Aprendizagem Escolar - Gestar II. Guia Geral. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2008.
Programa Gestão da Aprendizagem Escolar. 2. Língua Portuguesa. 3. Formação de Professores. I. Brasil. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica.
6. Bibliografia Complementar
MORIN, E. Os sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo: Cortez/Unesco, 2000.
Ministério da Educação e do Desporto. Parâmetros Curriculares Nacionais: Língua Portuguesa, Brasília, Secretaria de Educação Fundamental,1997.
Plano de Trabalho: Oficinas 7 & 8 (19/03 e 23/04, respectivamente)
Disciplina: Língua Portuguesa.
Projeto/atividade: Ensino Fundamental de Qualidade
Ação: Formação Continuada Gestar II – Língua Portuguesa.
MARCUSCHI, L. A. Gêneros textuais: configuração, dinamicidade e circulação. In: Karwoski, A. R. Gaydeczka, B. & Brito, K. S. Gêneros textuais: reflexões e ensino. Palmas e União da Vitória: kaygangue, 2005.
5. Bibliografia Básica
Programa Gestão da Aprendizagem Escolar - Gestar II. Guia Geral. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2008.
Programa Gestão da Aprendizagem Escolar. 2. Língua Portuguesa. 3. Formação de Professores. I. Brasil. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica.
6. Bibliografia Complementar
MORIN, E. Os sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo: Cortez/Unesco, 2000.
Ministério da Educação e do Desporto. Parâmetros Curriculares Nacionais: Língua Portuguesa, Brasília, Secretaria de Educação Fundamental,1997.
Plano de Trabalho: Oficinas 7 & 8 (19/03 e 23/04, respectivamente)
Disciplina: Língua Portuguesa.
Projeto/atividade: Ensino Fundamental de Qualidade
Ação: Formação Continuada Gestar II – Língua Portuguesa.
1. Objetivo Geral:
Compreender a funcionalidade do estilo, da coesão e da coerência em textos
Compreender a funcionalidade do estilo, da coesão e da coerência em textos
2. Objetivos Específicos:
· Refletir sobre os usos e funções da escrita nas práticas sociais.
· Relacionar o letramento com as práticas de cultura local,
· Produzir atividades de preparação da escrita, considerando a cultura local, a regional e a nacional,
· Reconhecer texto e leitor como criadores de significados,
· Relacionar objetivos com diferentes textos e significados de leitura,
· Conhecer a amplitude e o papel do conhecimento prévio na leitura,
· Conhecer as várias funções e formas das perguntas na ajuda à leitura do aluno,
· Utilizar procedimentos que levem à determinação da estrutura do texto,
· Utilizar procedimentos adequados para atingir o objetivo de ler para aprender,
· Identificar práticas e teoria que subjazem às práticas de ensino da escrita.
3. Metodologia
· Refletir sobre os usos e funções da escrita nas práticas sociais.
· Relacionar o letramento com as práticas de cultura local,
· Produzir atividades de preparação da escrita, considerando a cultura local, a regional e a nacional,
· Reconhecer texto e leitor como criadores de significados,
· Relacionar objetivos com diferentes textos e significados de leitura,
· Conhecer a amplitude e o papel do conhecimento prévio na leitura,
· Conhecer as várias funções e formas das perguntas na ajuda à leitura do aluno,
· Utilizar procedimentos que levem à determinação da estrutura do texto,
· Utilizar procedimentos adequados para atingir o objetivo de ler para aprender,
· Identificar práticas e teoria que subjazem às práticas de ensino da escrita.
3. Metodologia
19 de março de 2009
• Leitura deleite Galileu Leu;
• Socialização da lição de casa;
• Pescaria de atividades e formação de grupos;
• Trabalho em grupo: Resolução de atividades do TP4:
Grupo 1 – Atividade 9, páginas 35 – 39
Grupo 2 – Atividade 10, página 40 – 41
Grupo 3 – Atividade 11, páginas 42 – 44
Grupo 4 – Atividade 13, páginas 47 – 49
Grupo 3 – Atividade 5 e 6, páginas 76 – 79
Grupo 5 – Atividade 15 e 16, páginas 93 – 96
• Socialização;
• Teorização através de slides;
• Projeção do Curta Vida Maria;
• Leitura do poema Cidadezinha Qualquer de Carlos Drummond de Andrade;
• Planejamento para exploração do poema Cidadezinha Qualquer, assim como do curta Vida Maria, em sala de aula;
• Avaliação reflexiva do encontro, por escrito;
• Lição de casa.
• Leitura deleite Galileu Leu;
• Socialização da lição de casa;
• Pescaria de atividades e formação de grupos;
• Trabalho em grupo: Resolução de atividades do TP4:
Grupo 1 – Atividade 9, páginas 35 – 39
Grupo 2 – Atividade 10, página 40 – 41
Grupo 3 – Atividade 11, páginas 42 – 44
Grupo 4 – Atividade 13, páginas 47 – 49
Grupo 3 – Atividade 5 e 6, páginas 76 – 79
Grupo 5 – Atividade 15 e 16, páginas 93 – 96
• Socialização;
• Teorização através de slides;
• Projeção do Curta Vida Maria;
• Leitura do poema Cidadezinha Qualquer de Carlos Drummond de Andrade;
• Planejamento para exploração do poema Cidadezinha Qualquer, assim como do curta Vida Maria, em sala de aula;
• Avaliação reflexiva do encontro, por escrito;
• Lição de casa.
23 de abril de 2009
• Leitura deleite – Felicidade Clandestina de Clarice Lispector;
• Leitura do relatório de vivência, pelo professor cursista Cícero Audo;
• Socialização da lição de casa;
• Apresentação das sequências didáticas elaboradas pelos grupos na oficina anterior.
• Realização das atividades de produção escrita propostas pela TP4, atividade 7, página 185;
Grupo A – Anotações;
Grupo B – Bilhete;
Grupo C – Curriculum Vitae;
Grupo D – Cartão postal;
Grupo E – Relato;
Grupo F – Carta, fax ou e-mail
Grupo G – Bilhete
Grupo H – Propaganda
• Avaliação reflexiva do encontro, por escrito;
• Lição de casa.
• Leitura deleite – Felicidade Clandestina de Clarice Lispector;
• Leitura do relatório de vivência, pelo professor cursista Cícero Audo;
• Socialização da lição de casa;
• Apresentação das sequências didáticas elaboradas pelos grupos na oficina anterior.
• Realização das atividades de produção escrita propostas pela TP4, atividade 7, página 185;
Grupo A – Anotações;
Grupo B – Bilhete;
Grupo C – Curriculum Vitae;
Grupo D – Cartão postal;
Grupo E – Relato;
Grupo F – Carta, fax ou e-mail
Grupo G – Bilhete
Grupo H – Propaganda
• Avaliação reflexiva do encontro, por escrito;
• Lição de casa.
4. Leitura Básica:
TP4.
ANGELA B. Kleiman. Campinas, SP : Mercado de Letras, 2006. 372.4 K63o. Kleiman, Angela. Oficina de leitura : teoria & prática. Campinas, SP : Pontes, 2004.
SOARES, Magda, Letramento, um tema em três gêneros. Belo Horizonte : Autêntica, 1998.
5. Bibliografia Básica
Programa Gestão da Aprendizagem Escolar - Gestar II. Guia Geral. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2008.
Programa Gestão da Aprendizagem Escolar. 2. Língua Portuguesa. 3. Formação de Professores. I. Brasil. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica.
6. Bibliografia Complementar
MORIN, E. Os sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo: Cortez/Unesco, 2000.
Ministério da Educação e do Desporto. Parâmetros Curriculares Nacionais: Língua Portuguesa, Brasília, Secretaria de Educação Fundamental,1997.
ANGELA B. Kleiman. Campinas, SP : Mercado de Letras, 2006. 372.4 K63o. Kleiman, Angela. Oficina de leitura : teoria & prática. Campinas, SP : Pontes, 2004.
SOARES, Magda, Letramento, um tema em três gêneros. Belo Horizonte : Autêntica, 1998.
5. Bibliografia Básica
Programa Gestão da Aprendizagem Escolar - Gestar II. Guia Geral. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2008.
Programa Gestão da Aprendizagem Escolar. 2. Língua Portuguesa. 3. Formação de Professores. I. Brasil. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica.
6. Bibliografia Complementar
MORIN, E. Os sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo: Cortez/Unesco, 2000.
Ministério da Educação e do Desporto. Parâmetros Curriculares Nacionais: Língua Portuguesa, Brasília, Secretaria de Educação Fundamental,1997.
Plano de Trabalho: Oficinas 9 & 10 (21 de maio e 04 de junho, respectivamente)
Disciplina: Língua Portuguesa.
Projeto/atividade: Ensino Fundamental de Qualidade
Ação: Formação Continuada Gestar II – Língua Portuguesa.
Projeto/atividade: Ensino Fundamental de Qualidade
Ação: Formação Continuada Gestar II – Língua Portuguesa.
1. Objetivo Geral:
Refletir sobre a prática de ensino e o trabalho de leitura e produção de textos, considerando a coesão, a coerência e o estilo.
2. Objetivos Específicos:
Compreender noção de estilo no domínio da linguagem e o objetivo da estilística
Reconhecer alguns recursos expressivos ligados ao som e à palavra
Relacionar os discurso direto, indireto e indireto livre e alguns recursos expressivos da frase e da enunciação
Caracterizar a coerência na inter-relação entre textos verbais e não-verbais
Verificar como se constrói a coerência nos textos
Analisar como se estabelece a unidade de sentido em um texto
Identificar elementos lingüísticos responsáveis pela continuidade de ensino em um texto
Analisar mecanismos de coesão referencial e seqüencial
Analisar efeitos de sentido decorrentes da negação
Analisar relações lógicas de construção de significados implícitos na leitura e na produção de texto
Refletir sobre a prática de ensino e o trabalho de leitura e produção de textos, considerando a coesão, a coerência e o estilo.
2. Objetivos Específicos:
Compreender noção de estilo no domínio da linguagem e o objetivo da estilística
Reconhecer alguns recursos expressivos ligados ao som e à palavra
Relacionar os discurso direto, indireto e indireto livre e alguns recursos expressivos da frase e da enunciação
Caracterizar a coerência na inter-relação entre textos verbais e não-verbais
Verificar como se constrói a coerência nos textos
Analisar como se estabelece a unidade de sentido em um texto
Identificar elementos lingüísticos responsáveis pela continuidade de ensino em um texto
Analisar mecanismos de coesão referencial e seqüencial
Analisar efeitos de sentido decorrentes da negação
Analisar relações lógicas de construção de significados implícitos na leitura e na produção de texto
3. Metodologia
21 de maio de 2009
Leitura deleite: Vídeo Epitáfio Animado
Leitura do relatório de vivência, pela professora cursista Adriana karla
Socialização do Avançando na Prática;
Apresentação, em slides, dos textos produzidos pelos cursistas na oficina anterior, a fim de discutirmos os diferentes contextos de produção escolhidos pelos cursistas.
Dinâmica: Possibilidades
Teorização – Estilo e Coerência;
Planejamento de uma campanha publicitária e produção de textos, a partir do tema -TRÁFICO DE ANIMAIS:
GRUPO 1– FILIPETA E MÓBILE;
GRUPO2 – FOLDER E FILIPETA;
GRUPO3 – CARTAZ E MÓBILE;
GRUPO4 – JINGLE E FOLDER;
GRUPO5 – PANFLETO E CARTAZ;
GRUPO6 – FAIXA COM SLOGAN E CARTAZ.
Socialização das produções;
Avaliação da oficina;
Lição de Casa.
Leitura do relatório de vivência, pela professora cursista Adriana karla
Socialização do Avançando na Prática;
Apresentação, em slides, dos textos produzidos pelos cursistas na oficina anterior, a fim de discutirmos os diferentes contextos de produção escolhidos pelos cursistas.
Dinâmica: Possibilidades
Teorização – Estilo e Coerência;
Planejamento de uma campanha publicitária e produção de textos, a partir do tema -TRÁFICO DE ANIMAIS:
GRUPO 1– FILIPETA E MÓBILE;
GRUPO2 – FOLDER E FILIPETA;
GRUPO3 – CARTAZ E MÓBILE;
GRUPO4 – JINGLE E FOLDER;
GRUPO5 – PANFLETO E CARTAZ;
GRUPO6 – FAIXA COM SLOGAN E CARTAZ.
Socialização das produções;
Avaliação da oficina;
Lição de Casa.
04 de junho de 2009
Leitura deleite: Vídeo Cozinha dos Astros;
Leitura do relatório de vivência, pela professora cursista Guadalupe;
Socialização da lição de casa;
Dinâmica: Elos coesivos;
Teorização acerca de dos processos de coesão textual;
Leitura do texto Camelô Caprichado, de Cecília Meireles;
Trabalho em equipes: Produção de textos publicitários (comerciais), que explorem a construção de significados de múltiplas maneiras;
Filmagem dos comerciais produzidos pelas equipes;
Avaliação reflexiva do encontro, por escrito;
Lição de casa.
4. Leitura Básica:
Leitura deleite: Vídeo Cozinha dos Astros;
Leitura do relatório de vivência, pela professora cursista Guadalupe;
Socialização da lição de casa;
Dinâmica: Elos coesivos;
Teorização acerca de dos processos de coesão textual;
Leitura do texto Camelô Caprichado, de Cecília Meireles;
Trabalho em equipes: Produção de textos publicitários (comerciais), que explorem a construção de significados de múltiplas maneiras;
Filmagem dos comerciais produzidos pelas equipes;
Avaliação reflexiva do encontro, por escrito;
Lição de casa.
4. Leitura Básica:
TP5.
ANTUNES, Irandé Costa. Lutar Com Palavras – Coesão e Coerência. São Paulo: Parábola Editorial, 2005.
Koch, I. & Travaglia, L.C. A coerência textual. São Paulo: Contexto, 1990.
5. Bibliografia Básica
Programa Gestão da Aprendizagem Escolar - Gestar II. Guia Geral. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2008.
Programa Gestão da Aprendizagem Escolar. 2. Língua Portuguesa. 3. Formação de Professores. I. Brasil. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica.
6. Bibliografia Complementar
MORIN, E. Os sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo: Cortez/Unesco, 2000.
Ministério da Educação e do Desporto. Parâmetros Curriculares Nacionais: Língua Portuguesa, Brasília, Secretaria de Educação Fundamental,1997.
ANTUNES, Irandé Costa. Lutar Com Palavras – Coesão e Coerência. São Paulo: Parábola Editorial, 2005.
Koch, I. & Travaglia, L.C. A coerência textual. São Paulo: Contexto, 1990.
5. Bibliografia Básica
Programa Gestão da Aprendizagem Escolar - Gestar II. Guia Geral. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2008.
Programa Gestão da Aprendizagem Escolar. 2. Língua Portuguesa. 3. Formação de Professores. I. Brasil. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica.
6. Bibliografia Complementar
MORIN, E. Os sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo: Cortez/Unesco, 2000.
Ministério da Educação e do Desporto. Parâmetros Curriculares Nacionais: Língua Portuguesa, Brasília, Secretaria de Educação Fundamental,1997.
sábado, 6 de junho de 2009
Trabalhando Com Projeto
Teorizando sobre projeto
Trabalhando Com Projeto
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sexta-feira, 5 de junho de 2009
Proposta De RedaçãO
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segunda-feira, 25 de maio de 2009
Cormeciais gravados pelos cursistas - TP5
Desculpem a falha na hora de posicionar a máquina para filmagem.
sábado, 23 de maio de 2009
VI Encontro - TP5
Camelô caprichado
Cecília Meirelles
Cecília Meirelles
“Senhoras, senhoritas, cavalheiros" — estudantes, professores, jornalistas, escritores, poetas, juízes — todos os que vivem da pena, para a pena, pela pena! Esta é a caneta ideal, a melhor caneta do mundo (marca Ciclope!), do maior contrabando jamais apreendido pela Guardamoria!(E custa apenas 1 real!) Esta é uma caneta especial que escreve de baixo para cima, de cima para baixo, de trás para diante e de diante para trás! — (Observem!). Escreve em qualquer idioma, sem o menor erro de gramática! (E apenas 1 real!) Esta caneta não congela com o frio nem ferve com o calor; resiste à umidade e pressão; pode ir à Lua ou ao fundo do mar, sendo a caneta preferida dos cosmonautas e escafandristas. Uma caneta para as grandes ocasiões: inalterável ao salto, à carreira, ao mergulho e ao vôo! A caneta dos craques! Nas cores mais modernas e elegantes: verde, vermelha, roxa... (apreciem) para combinar com o automóvel! Com a gravata! Com seus olhos!... (Por 1 real!) Esta caneta privilegiada: a caneta marca Ciclope, munida de um curioso estratagema, permite mudar a cor da escrita, com o uso de duas tintas, o que facilita a indicação de grifos, títulos, citações de frases latinas, versos e pensamentos inseridos nos textos em apreço! A um simples toque, uma pressão invisível (assim) a caneta passa a escrever em vermelho ou azul, roxo ou cor de abóbora, conforme a fantasia do seu portador. (E custa apenas 1 real!) Adquirindo-se uma destas maravilhosas canetas, pode-se dominar qualquer hesitação da escrita: a caneta Ciclope escreve por si! Acabaram-se as dúvidas sobre crase, o lugar dos pronomes, as vírgulas e o acento circunflexo!Diante do erro, a caneta pára, emperra — pois não é uma caneta vulgar, de bomba ou pistão, mas uma caneta atômica, sensível, radioativa. Candidatos a concursos, a cargos públicos, a lugares de responsabilidade!— a caneta Ciclope resolve todos os problemas ortográficos e caligráficos!E ainda esta caneta não apenas escreve, mas pensa! (E por 1 real) Não mais dificuldades de rima nem de concordância! Com esta caneta pode-se escrever com igual facilidade qualquer romance policial, peça de teatro, folhetim, artigos, crônicas, procurações e testamentos! Tudo rápido, correto, limpo! Cartas de negócio e cartas de amor! Tudo com o mesmo sucesso: porque esta caneta Ciclope (como o nome está dizendo) é um gigante que transporta qualquer idéia para qualquer lugar. (E custa apenas 1 real: a melhor caneta, do melhor contrabando!)A caneta Ciclope não mancha nem enferruja, não acaba nunca, e tem um curioso dispositivo, nestes dois ganchos, podendo ser usada no bolso do paletó ou na manga da camisa! Dourada, prateada, com belos complementos coloridos — é a caneta de escritores, escrivães e escriturários— jornalistas, radialistas e desportistas (com o mesmo sucesso em qualquer gênero! — do promotor e do acusado, de todos os que vivem da pena, para a pena e pela pena! (Por 1 real!) Senhoras, senhoritas, cavalheiros, aqui está um bloquinho de papel, experimentem! Experimentem! Apreciem as tintas, os ganchos e as cores: o ouro e a prata (inoxidáveis!): experimentem a maciez, a presteza, a velocidade, a exatidão! (Por 1 real!) Qualquer pessoa pode ficar célebre, de um momento para o outro, como simples uso da caneta Ciclope: uma caneta que escreve uma caneta que pensa! Exclusiva! Original! Sem precedentes! (E apenas por 1 real!). (Ainda não pude comprar a caneta maravilhosa, porque há multidões em redor do camelô. Mas sua arenga — como a dos tempos eleitorais —não é rica só de esperanças, mas também de sérias ameaças para os que vivem da pena, para a pena e pela pena!...).
Gerência Regional de Educação – Afogados da Ingazeira
Pólo São José do Egito
Formadora Silvânia Amorim Cruz
Unidades 19 e 20 – TP5
Nosso objetivo, hoje, será consolidar as reflexões provocadas pela leitura e desenvolvimento das atividades propostas durante o trabalho com essa TP, em que focalizamos o estilo, a coerência e a coesão na construção da textualidade.
Na atividade que agora será proposta, trabalharemos a construção de significados no texto multimodal (imagens e fala), tanto a partir de mecanismos de coesão, quanto de marcas de relações lógicas. Vamos explorar essas qualidades na elaboração de um comercial para televisão , para tanto:
· Provoque a atenção e o interesse dos “compradores”;
· Explore recursos visuais e linguísticos que conduzam à construção de efeitos de sentido;
· Use e abuse da sua criatividade.
Entregar o roteiro do comercial, por escrito, à formadora.
Roteiro do comercial
Produto:
Público alvo:
Cenário(s):
Atores e seus respectivos papéis:
Descrição da(s) cena(s):
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